Tropas colombianas matam outro chefe das Farc
Iván Ríos foi morto em território colombiano.Caso acontece seis dias após morte de número 2 das Farc dentro do Equador.
Manuel J. Muñoz, membro da cúpula das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) e conhecido como "Iván Ríos", foi morto nesta sexta-feira (7) em território colombiano, informou à agência France Presse uma fonte da promotoria.
É o segundo líder das Farc assassinado pela Colômbia em uma semana. No último sábado as tropas colombianas entraram em território do Equador para matar guerrilheiros do grupo esquerdista. Entre os mortos estava Raúl Reyes, então o número 2 das Farc.
A invasão do território pelas tropas colombianas provocou uma grave crise diplomática que durou toda a semana.
Reyes, que tinha 59 anos, era considerado um dos homens da linha dura das Farc e braço direito do fundador da guerrilha, Manuel Marulanda ("Tirofijo"), de quem era genro. Ele foi morto com pelo menos mais 10 guerrilheiros durante uma operação nas proximidades de Teteyi, no departamento de Putumayo, que faz fronteira com o Equador.
var midiaEmbed = { midiaId: 797180, autoStart: false }; var embed = new GMCEmbed(midiaEmbed); embed.print();
A morte de Reyes levou a uma troca de acusações: de um lado está a Colômbia -apoiada pelos Estados Unidos; de outro, o Equador e a Venezuela do presidente Hugo Chávez. Os países romperam relações diplomáticas e embaixadores tiveram de deixar suas bases.
É o segundo líder das Farc assassinado pela Colômbia em uma semana. No último sábado as tropas colombianas entraram em território do Equador para matar guerrilheiros do grupo esquerdista. Entre os mortos estava Raúl Reyes, então o número 2 das Farc.
A invasão do território pelas tropas colombianas provocou uma grave crise diplomática que durou toda a semana.
Reyes, que tinha 59 anos, era considerado um dos homens da linha dura das Farc e braço direito do fundador da guerrilha, Manuel Marulanda ("Tirofijo"), de quem era genro. Ele foi morto com pelo menos mais 10 guerrilheiros durante uma operação nas proximidades de Teteyi, no departamento de Putumayo, que faz fronteira com o Equador.
var midiaEmbed = { midiaId: 797180, autoStart: false }; var embed = new GMCEmbed(midiaEmbed); embed.print();
A morte de Reyes levou a uma troca de acusações: de um lado está a Colômbia -apoiada pelos Estados Unidos; de outro, o Equador e a Venezuela do presidente Hugo Chávez. Os países romperam relações diplomáticas e embaixadores tiveram de deixar suas bases.









0 comentários:
Postar um comentário